i. “De Latiniparla para Darlanus, amicus carnavalis” (out. 2001), de Jessé de Almeida Primo:
ii. “Miserere nobis” (Folha do Estado da Bahia, 21-11-2002), de Jessé de Almeida Primo:
iii. “Prazer e conhecimento” (Folha do Estado da Bahia, 6-12-2002), de Meddeia:
iv. “Prazer, eu não me chamo Jasão ou Uma tragédia prêt-à-porter engarrafada pela Coca-Cola ou Inutilia truncat” (Folha do Estado da Bahia, 22-1-2003), de Jessé de Almeida Primo:
v. “Asinus in scamno se vult similare magistro ou: Quando a galinha engole pedras” (Jornal Noite Dia, de 31-1 a 6-2-2003), de Silvério Duque:
vi. “Feira também tem história!” (Tribuna Feirense, 6-9-2003), de Gilberto da Costa Neto:
vii. “Melancia is over” (25-11-2003), de Jessé de Almeida Primo:
viii. “As Musas depois do café da manhã” (jan. 2004), de Rúbio Rocha de Souza:
ix. “Um homem célebre ou Dois coelhinhos e uma cajadada ou Quando as musas são abduzidas” (fev. 2004), de Jessé de Almeida Primo:
x. “Prolegômenos à cruz que se inverteu” (dez. 2006), de Nilo Henrique Neves dos Reis:
xi. “Da areia viestes à areia voltarás: uma crítica ao conto ‘É melhor ser vidro?’, de Darlan Zurc” (15-9-2017), de Rúbio Rocha de Souza: